quinta-feira, 18 de julho de 2024

Performer amapaense participa de residência artística no estado do Espírito Santo





Performer Nau Vegar na cidade de São Mateus (SP) | Foto: Carolina Amorim


Vivência acontece no período de 17 a 24 de julho. Durante esse período o artista estará em intenso processo de pesquisa e produção artística



O artista amapaense Nau Vegar participa de residência artística, no período de 17 a 24 de julho, na cidade de São Mateus, no Espírito Santo. Tem como produtor Cristiano Tavares e como curador Raphael Couto.

Durante a residência, intitulada "Solar das Andorinhas", Nau realiza pesquisa naquela cidade estudando sobre sua historicidade e cultura, e a partir desta imersão vai criar um trabalho contemporâneo que ficará como doação para o acervo de arte contemporânea da cidade.

Nau Vegar em exercício da performance Solar das Andorinhas | Foto: Carolina Amorim

“A intenção é se deixar contaminar pela sensibilidade do lugar, e a partir disso, construir uma obra visual que corresponda ao que foi percebido”, explica o artista.

"O artista não pode se estagnar, é preciso estar em constante transformação. E essas experiências fora do Amapá resultarão em projetos que serão compartilhados com outros artistas amapaenses. É assim que a arte se renova e continua se desafiando no campo das ideias e da realidade", completou.

Nau Vegar participou recentemente de outra residência artística fora do estado, a Residência Santos edição Centro Histórico, na cidade de Santos, São Paulo. Na ocasião, ele criou a performance “Oferenda”, trabalho que nasceu a partir do contato do artista com a história do café na cidade. O Porto de Santos do final do século 19 à década de 1930, foi o maior exportador de café da América Latina e dominou a economia brasileira. Todo esse período de grande riqueza é visto no Centro Histórico da cidade, local escolhido pelo performer para a apresentar seu trabalho.

Nau Vegar na performance Oferenda, no Centro Histórico de Santos (SP) Foto: Arthur Scovino



Sobre o artista visual Nau Vegar


É professor de Artes do Estado do Amapá licenciado em Artes Visuais e especialista em Gênero e Diversidade na Escola pela UNIFAP/AP; está cursando Mestrado em Artes na UFPA/PA. Indicado ao Prêmio PIPA (2021). Integrante do coletivo de artistas ACOCORÉ - Arte, Coletivos, Conexões e Redes, desde de 2020. Participou do 31ª Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (2021). Participou do Programa de Exposições do ATAL609 – Lugar de Investigação Artística em Campinas-SP, (2021). Produtor da Mostra Mizura de Performance, 2020, 2022 e 2023.

Por meio da performance, do corpo, do vídeo e da fotografia, investiga problemáticas do âmbito social.

Fotos: Carolina Amorim


Atendimento à imprensa: Mary Paes (96)99179-4950


quarta-feira, 17 de julho de 2024

Inauguração do Comitê de Cultura-Amapá acontece nesta quarta-feira (17)

 

| Foto: Divulgação Ói Nóiz Akí


Comitê de Cultura-Amapá integra o Programa nacional dos comitês de cultural – MINC

Nesta quarta-feira (17), acontece a inauguração do Comitê de Cultura-Amapá, localizado no bairro Santa Rita, área central da cidade de Macapá.

De acordo com Adriana Rodrigues, presidente da Central de Produção Colaborativa-CPC, o estado do Amapá agora pode contar com mais um ponto de apoio cultural para ajudar no desenvolvimento profissional de artistas amapaenses em todos os níveis de atuação e conhecimento.


O Comitê de Cultura-Amapá integra o Programa nacional dos comitês de cultural – MINC, lançado no ano de 2023 por meio de edital, onde concorreram todos os Estados Brasileiros.
A Associação Artística e Cultural Oi Noiz Aki, concorreu e venceu o Edital, com o Projeto intitulado Esteio. O projeto Esteio tem o objetivo de amparar, ampliar, fortalecer e a produção artística individual e coletiva em todo o Estado do Amapá. 

O projeto se baseia na teoria de Arquimedes “dei-me uma alavanca, que através de um ponto eu moverei o mundo...”, assim o projeto tem a filosofia de "dei-me um Esteio que sustentaremos os sonhos do fazer artístico cultural...”

A programação de inauguração tem caráter informativo e também contará com a apresentação de artistas amapaenses.

Sobre Ói Nóiz Akí

A Cia. Oi Noiz Aki tem sua atuação no campo artístico Cultural há vinte e três anos e, nessa trajetória tem marcado seu espaço com produções culturais voltadas ao fortalecimento da cultura do Estado Amapá.

Serviço:

Inauguração do Comitê de Cultura-Amapá

Data: 17 de julho | quarta-feira

Hora: 17h

Endereço: Av.: Procópio Rola, 2326

Bairro Santa Rita



ASCOM Comitê Amapá


terça-feira, 16 de julho de 2024

Grupo Galpão realiza oficinas de teatro gratuitas em Macapá

 

| Foto: Guto Muniz

Companhia vai ministrar quatro atividades, de 27 a 29 de julho, voltadas para artistas, produtores, técnicos e interessados no universo teatral. A temporada do grupo em Macapá também vai contar com a apresentação do espetáculo "De Tempo Somos”, nos dias 27 e 28 de julho, 
no Museu Fortaleza de São José

O Grupo Galpão, reconhecido como um dos mais importantes do cenário teatral brasileiro, estará pela primeira vez em Macapá, neste mês de julho, para uma série de ações artísticas e formativas. Um dos destaques da temporada é a Experiência Galpão: oficinas gratuitas sobre os processos de criação e produção do grupo, iniciativa que será realizada de 27 a 29 de julho. As inscrições podem ser feitas gratuitamente a partir do dia 17 de julho de 2024, às 14h, pelo link: sympla.com.br/grupogalpao. As oficinas são gratuitas e terão interpretação em Libras.

A turnê do Grupo Galpão no Norte do Brasil conta com o patrocínio oficial da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Em 2023, a Petrobras retomou a parceria de mais de 20 anos com o Grupo Galpão, o que foi fundamental para a consolidação e a expansão do trabalho do Grupo e seu amplo acesso, das capitais às pequenas cidades do interior. Esta importante parceria leva o Galpão a completar, em 2024, seu percurso por todos os estados brasileiros.

No dia 27 de julho, das 9h às 13h, no Teatro Marco Zero, a produtora do Grupo Galpão Gilma Oliveira ministra a oficina “Produção e Gestão de Grupos”, destinada a produtores, gestores e artistas interessados no universo da produção de artes cênicas. A oficina irá transmitir informações e conhecimentos fundamentais acerca da produção e gestão de grupos, realização de montagens de espetáculos e turnês, a partir da exposição de fatos reais retirados da trajetória e vivência nas artes cênicas. Irá apresentar, ainda, as etapas de produção de turnês nacionais e internacionais, considerando o universo técnico destas etapas, como contratos, planejamento, orçamentos, liberações, cargas, roteiros, check-lists, cronogramas e logística de viagens, entre outros. Gilma Oliveira, graduada em Comunicação Social, é Coordenadora de Produção do Grupo Galpão desde 2000.

No dia 28 de julho, das 9h às 13h, no CEU das Artes Zona Norte, o ator e iluminador Rodrigo Marçal e a jornalista e produtora Beatriz Radicchi ministrarão a Oficina "Tecnologia da Cena”, destinada para artistas independentes, produtores, técnicos, público em geral e interessados nos processos internos de gestão do Grupo Galpão, aprimorados ao longo dos seus quase 42 anos de história. Trata-se de uma ação formativa que visa apresentar o universo dos bastidores do teatro por meio de quatro das inúmeras áreas que envolvem o backstage: iluminação, sonorização, cenotécnica e produção técnica. Além disso, o curso tem por objetivo apresentar elementos introdutórios e essenciais da prática profissional dos bastidores do teatro, a partir dos processos de trabalho desenvolvidos pelo Grupo Galpão.

No dia 29 de julho, das 9h às 13h, na Universidade Federal do Amapá – Departamento de Teatro, o ator e um dos fundadores do Grupo Galpão, Eduardo Moreira, ministra a oficina História do Teatro X História do Galpão, destinada a atores, estudantes, pesquisadores de teatro e das artes em geral. Eduardo fará um percurso pelos processos desenvolvidos ao longo de 42 anos de encontros do Grupo Galpão com diferentes diretores e artistas, paralelamente à história do teatro e seus mestres. Trará uma aula expositiva com exibição de vídeos e trechos de peças lidas ou encenadas pelos atores do grupo. E, também, exercícios práticos experimentados em processos criativos vivenciados pelo Grupo Galpão durante sua trajetória.

Também no dia 29 de julho, das 18h às 22h, no Espaço Cangapé, o ator do Grupo Galpão, Júlio Maciel, ministra a oficina “O ator e o trabalho em grupo”, destinada a atores, estudantes, pesquisadores de teatro e das artes em geral. Júlio fará um mergulho em algumas práticas de trabalho e experiências de criação desenvolvidas pelo Grupo Galpão junto a artistas e parceiros/criadores ao longo de 42 anos de trabalho. A busca da escuta coletiva, a ampliação da atenção e presença serão trabalhados por meio de exercícios em grupo, além da exposição de alguns encontros com diretores que foram fundamentais para a formação da história do Galpão.

Vagas limitadas, por ordem de inscrição.


ESPETÁCULO


Além das ações formativas, o Grupo Galpão irá apresentar, nos dias 27 e 28 de julho, às 19h, no Museu Fortaleza de São José, o espetáculo “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão” que celebra o encontro do teatro com a música, que se tornou marca registrada do grupo em seus mais de 40 anos de história. Reunindo canções, poesia e festa, o espetáculo apresenta 25 músicas do repertório do grupo – de montagens antigas até trabalhos recentes, incluindo canções de workshops - além de textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística. Com direção das atrizes do Grupo Galpão, Lydia Del Picchia e Simone Ordones, o sarau lança aos atores o desafio de se reinventarem em cena, se aproximando ainda mais do público, a quem são dedicadas algumas das canções.


| Foto: Guto Muniz



SOBRE O GRUPO GALPÃO

O Grupo Galpão, de Belo Horizonte (MG), é uma das companhias teatrais mais conhecidas do Brasil, tanto por seus 42 anos de atividade contínua quanto por sua pesquisa de linguagem.

Criado por cinco atores, em 1982, a partir do espetáculo “A alma boa de Setsuan”, montagem conduzida por diretores do “Teatro Livre de Munique”, da Alemanha, o Galpão se valeu dessa rica experiência para se lançar numa proposta de construção de um teatro de grupo, com raízes ligadas à tradição do teatro popular e de rua.

Fazem parte do Galpão Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara.

Ao montar espetáculos com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes e Marcio Abreu, além dos próprios integrantes, que também dirigem espetáculos do Grupo –, o Galpão desenvolve um teatro que alia rigor e investigação de linguagens, com um repertório com grande poder de comunicação com o público.

Seus trabalhos dialogam com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.


Galpão em números
Fundação: novembro de 1982
26 espetáculos
15 projetos audiovisuais
2 000 000 espectadores
100 prêmios brasileiros
3000 apresentações
280 cidades
19 países diferentes
67 festivais internacionais
173 festivais nacionais


PETROBRAS

Em 2023, a Petrobras retomou a parceria de mais de 20 anos com o Grupo Galpão, patrocínio que foi fundamental para a consolidação e expansão do trabalho do Grupo e seu amplo acesso, das capitais às pequenas cidades do interior.

O Programa Petrobras Cultural faz acontecer projetos que emocionam, ressaltam nossa brasilidade, nossa diversidade e movem a economia criativa de norte a sul do país.


GRUPO GALPÃO


ATORES
Antonio Edson – Arildo de Barros – Beto Franco – Chico Pelúcio – Eduardo Moreira – Fernanda Vianna – Inês Peixoto – Júlio Maciel – Lydia Del Picchia – Paulo André – Simone Ordones – Teuda Bara

CONSELHO EXECUTIVO

Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernando Lara, Gilma Oliveira e Lydia Del Picchia

EQUIPE GRUPO GALPÃO

Gerente Executivo – Fernando Lara
Coordenadora de Produção – Gilma Oliveira
Coordenadora Administrativa – Wanilda D'Artagnan
Coordenadora de Planejamento – Alba Martinez
Coordenadora de Comunicação – Letícia Leiva
Coordenador Técnico e Técnico de luz – Rodrigo Marçal
Produtora Executiva – Beatriz Radicchi
Técnico de Som - Fábio Santos
Técnico de Palco - Willian Bililiu
Supervisor administrativo – Cláudio Augusto
Assistente de Planejamento - Júlia Castro
Assistente de Comunicação - Fernanda Lara
Assistente Administrativo – Caroline Martins
Assistente de Produção – Zazá Cypriano
Assistente Técnico - William Teles
Serviços Gerais - Danielle Rodrigues
Identidade Visual: Filipe Lampejo, Vinícius de Souza e Rita Davis
Design gráfico: Cintia Marques
Assessoria de Imprensa – Polliane Eliziário – Personal Press
Comunicação digital – Rizoma Comunicação & Arte
Assessor Contábil – Wellington D'Artagnan
Gestor Financeiro de Projetos – Artmanagers


Oficinas com o Grupo Galpão em Macapá
Oficina: Produção e Gestão de Grupos, com Gilma Oliveira
Dia: 27/7 - sábado
Horário: 9h às 13h
Local: Teatro Marco Zero (R. Oscar Santos, 397 – Perpétuo Socorro, Macapá – AP)

Oficina: Tecnologia da Cena, com Rodrigo Marçal e Beatriz Radicchi
Dia: 28/7 - domingo
Horário: 9h às 13h
Local: CEU das Artes Zona Norte (Av. Carlos Lins Cortes, S/N – Infraero, Macapá – AP)

Oficina: História do Teatro X História do Galpão, com Eduardo Moreira
Dia: 29/7 – segunda-feira
Horário: 9h às 13h
Local: Universidade Federal do Amapá – Departamento de Teatro (Rod. Josmar Chaves Pinto, Km 02 – Jardim Marco Zero, Macapá – AP)

Oficina: O ator e o trabalho em grupo, com Júlio Maciel
Dia: 29/7 – segunda-feira
Horário: 18h às 22h
Local: Espaço Cangapé (R. Setentrional, 241 – Araxá, Macapá – AP)

Inscrições gratuitas: sympla.com/grupogalpao

Vagas: 30, por ordem de inscrição
Todas as oficinas contarão com interpretação em Libras
Classificação 18 anos
Informações: www.grupogalpao.com.br


EQUIPE - MACAPÁ:



Produção local: Paulo Alfaia - Movimento Cultural Desclassificáveis
Assessoria de imprensa: Mary Paes (96)99179-4950

Assessoria de Imprensa – Grupo Galpão

Personal Press Polliane Eliziário – polliane.eliziario@personalpress.jor.br – (31) 99788-3029


Lei Federal de Incentivo à Cultura | Patrocinadora Oficial: Petrobras | Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução

sexta-feira, 12 de julho de 2024

Ministério da Cultura e Banco da Amazônia assinam os primeiros contratos de projetos selecionados no Programa Rouanet Norte

| Foto: Carmem Helena

  Instituição anuncia também a instalação de seu Centro Cultural em Belém, que será aberto a todas as linguagens culturais de outros estados

Na manhã desta quinta-feira (11), o Banco da Amazônia e o Ministério da Cultura oficializaram os primeiros contratos de projetos classificados no programa de incentivo à cultura na Amazônia, o Rouanet Norte. A cerimônia ocorreu em Belém e foi conduzida pelo Presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa. A solenidade contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, do Secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Henilton Menezes, dentre outras autoridades do Governo Federal, Estadual e da gestão municipal de Belém. 

Com um investimento de R$ 24 milhões, que conta com o aporte do  Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios, o programa selecionou 125 propostas distribuídas em várias linguagens como artes cênicas, música, artes visuais e literatura. No estado do Amapá, 14 propostas foram selecionadas.

Dentre estas, três foram escolhidas para representar os contratados. Uma delas foi o projeto “Rodando com Carimbó”, que faz um giro musical por dez municípios do Estado do Pará com o intuito de difundir o ritmo que é patrimônio imaterial e promover a sustentabilidade cultural; 

“Ganhar este aporte financeiro para realizar nosso projeto é de uma importância extrema. Percebemos que o Norte está sendo olhado com outros olhos, através do Governo e através dessas entidades, o que é muito bom.  É necessário entender como é que a gente funciona, temos uma cultura riquíssima que precisa ser olhada com bons olhos e estamos nos sentido muito abraçados”, destacou Joanna Denholm, contemplada com o programa. 

Outra iniciativa paraense contemplada foi o projeto “Esse Rio é Minha Rua”, do grupo Palhaços Trovadores, que realiza a circulação do espetáculo "O Menor Espetáculo da Terra" e também duas oficinas de palhaço e máscara teatral nas cidades de Breves, Curralinho, Afuá, Portel (no Marajó) e na cidade de Macapá. 

“Esse momento é histórico em dois sentidos: primeiro como grupo, como artista, pois nos sentimos acolhidos e ouvidos pelas políticas públicas e  pelas empresas que estão apoiando Outro aspecto é político. Nosso trabalho com palhaçaria é um trabalho que chega até as comunidades, se alimenta dessa cultura também. Os palhaços trovadores têm sua poética inspirada nos cordões, nas brincadeiras de boi, de pássaros, que são coisas muito próprias  do Estado do Pará. Então, como a gente bebe nesses meios de cultura popular, é fundamental compartilhar resultados” afirma, Ricardo Torres, do grupo de Palhaços Trovadores. 

O projeto  “Tó Teixeira: Mergulho na Vida e Obra”, uma exposição de ocupação artística híbrida no Museu da Imagem e do Som (MIS), em Belém, sobre a história de vida do compositor negro paraense Tó Teixeira, também foi um dos contemplados que representou as centenas de selecionados durante a cerimônia.

“Acredito que esse programa é de suma importância. É importante destacar que as produções que são de chão mesmo, precisam de mais apoio no sentido de contemplar com o projeto, mas da produção dos projetos, que são comunidades indígenas, quilombolas que não têm um aporte de conhecimento grande para elaborar projetos conforme estabelece as regras dos editais. Vejo muitas comunidades que poderiam apresentar bons projetos, mas que não têm essa oportunidade. Houve essa intenção com a formação de técnicos, mas acredito que seja possível intensificar mais isso na na base nas áreas mais antigas”,  considerou o fotógrafo Miguel Chikaoka, um dos proponentes do projeto.


Ministra da Cultura Margareth Menezes e o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa | Foto: Carmem Helena

Durante o evento, a ministra da Cultura, Margareth Menezes destacou a importância do Programa chegar a mais pessoas. “Nós não estamos fazendo descentralização de recursos, estamos fazendo  nacionalização, estamos oportunizando que todas as regiões, todos os Estados tenham acesso a essa Lei que é tão importante e que injeta diretamente uma possibilidade de desenvolvimento da economia. A gente precisa entender que a cultura e a arte não são só a questão do simbolismo, a representatividade, que é tão importante. O Brasil é reconhecido no mundo inteiro como um dos países que mais influenciam outros países com a sua cultura. Mas precisamos tirar a contrapartida econômica disso. Ao longo deste processo, nós temos uma economia que transforma vidas, e eu sou um exemplo de vida transformada pela cultura e pela arte, assim como  milhões de pessoas que trabalham nesse setor. É com essa visão  que nós estamos implementando essa política de nacionalização. O fomento que nós temos  dá para acolher todas as regiões e é injusto que não haja essa consciência de oportunidade também porque é uma Lei que é uma conquista brasileira como um todo. Então que ela cumpra o seu papel. Esse dispositivo tão importante que vai gerar oportunidade para milhares de artistas,  de agentes culturais, de transformação de vida das pessoas. É nisso que a gente aposta,” destacou. 

“Mais do que a nacionalização de recursos, conseguimos, com a orientação do Governo Federal, ter uma unicidade de discurso entre as empresas. Todo mundo faz Lei Rouanet, mas quando a gente se junta e faz de forma conjunta, a gente consegue disponibilizar muito mais recursos e consegue regionalizar, respeitando as diferenças entre as regiões e  equilibrando a distribuição dos recursos. Foi isso que nós fizemos. Juntamos as quatro estatais e trouxemos R$ 24 milhões para a iniciativa. Cultura é mais um um item de uma indústria que compõe o setor  econômico nacional assim como o turismo. E a cultura e o turismo estão intrinsecamente ligadas. Com mais apoio para as manifestações culturais, a gente terá mais divulgação movimentando o turismo interno,  nacional e quem sabe a gente consiga atingir também o turismo internacional, destacou   Luiz Lessa, Presidente do Banco da Amazônia. 


 CENTRO CULTURAL DO BANCO DA AMAZÔNIA 

Durante a solenidade também, o Banco da Amazônia e MinC assinaram um Protocolo de Intenções com o objetivo de desenvolver ações integradas de cooperação técnico-científica e cultural e o intercâmbio de conhecimentos para fortalecer as cadeias produtivas e a economia do setor cultural dos Estados do Norte do país. Uma destas iniciativas é a implantação do primeiro Centro Cultural do Banco da Amazônia na Região Norte.

O Centro Cultural do Banco da Amazônia tem a previsão de ser entregue em julho de 2025 quando a instituição completará 83 anos. O novo equipamento cultural contará com três galerias que deve contemplar quatro linguagens artísticas: artes visuais, artes cênicas, humanidades (literatura) e música. Além das galerias, haverá espaço para a realização de oficinas, que também serão planejadas de acordo com as características de cada exposição. Em breve, deverá ser lançado um edital de ocupação para as exposições que vão ocupar as galerias. 

A gerente da Central de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, detalha como vai funcionar o novo espaço de cultura. “A nossa ideia é inaugurar o espaço para a COP-30. Vamos  disponibilizar para a sociedade, incentivar e intensificar as iniciativas da instituição para esse segmento. Atualmente temos um espaço cultural com cerca de 20 metros quadrados, mas o novo centro  será o maior com cerca de três mil metros quadrados para  contemplar várias iniciativas culturais. O acesso ao centro cultural vai ser gratuito, a ideia é, além de estimular a nossa produção amazônica, que é rica e potente, dar a oportunidade de trazer exposições ou outra iniciativa de todas as linguagens culturais de outros Estados.

 Assessoria de Imprensa: 

Mary Paes (96) 99179-4950 | Macapá/AP

Rita Soares (91) 9212-9882 | Belém/PA


segunda-feira, 8 de julho de 2024

Ministério da Cultura e Banco da Amazônia promovem ações de fomento à cultura e à Indústria Criativa na Região Norte

 

|Foto: Arquivo Paulo Rocha

Parceria garante recursos de R$ 24 milhões 125 projetos da região Norte. No Amapá, 14 propostas foram selecionadas

O Banco da Amazônia e o Ministério da Cultura realizam no dia 11 de julho, em Belém, a cerimônia de assinatura dos primeiros contratos de projetos classificados em programa de incentivo à cultura na Amazônia, o Rouanet Norte.

Foram selecionadas 125 propostas. O investimento total será de R$ 24 milhões, soma do aporte dos financiadores Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios. No Amapá, 14 propostas foram selecionadas, em diversos segmentos da arte e cultura.

Também no dia 11, Banco da Amazônia e MinC assinam Protocolo de Intenções que tem como objeto desenvolver ações integradas de cooperação técnico-científica e cultural e o intercâmbio de conhecimentos para fortalecer as cadeias produtivas e a economia do setor cultural dos Estados do Norte do país. A iniciativa é o ponto de partida para a implantação do primeiro Centro Cultural do Banco da Amazônia na Região Norte.

A solenidade será conduzida pelo presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, e terá a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O evento será realizado no prédio sede do Banco em Belém. Segundo o presidente Luiz Lessa, as parcerias institucionais possibilitam a ampliação da circulação da produção cultural e amplificam a política cultural do Banco da Amazônia.

Presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa | Foto Divulgação

Implantado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural, o programa Rouanet Norte tem como objetivo nacionalizar os recursos da Lei Rouanet e estimular projetos culturais no Norte do país, dando protagonismo aos agentes locais. Por meio da concessão de crédito às atividades econômicas da área cultural, visando ao fortalecimento de suas cadeias produtivas, promove a democratização do acesso às manifestações artístico-culturais na região amazônica.

“O Programa Rouanet Norte, instituído pelo Ministério da Cultura, foi lançado em novembro de 2023 para incentivar projetos culturais com vistas a fomentar atividades que desenvolvam o setor cultural nos sete Estados da região Norte. O edital foi aberto para a inscrição de projetos até o limite de R$ 200 mil. Participaram do processo de seleção somente proponentes da região”, explicou Geraldo Monteiro Júnior, Analista de Patrocínio do Banco da Amazônia e membro Avaliador do Programa.

O MinC conduziu todo o processo de inscrições. Em seguida houve as análises das propostas pelos órgãos parceiros que estão participando como signatários do edital - Banco da Amazônia, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Correios.

“Chegamos ao número de 125 projetos classificados que já estão aptos para a contratação. As linguagens contempladas neste edital são: artes cênicas, música, artes visuais e literatura”, disse Geraldo Júnior.

“O MinC solicitou que o Banco da Amazônia realizasse a formalização dos primeiros contratos deste edital. Entre os projetos elegíveis, três foram escolhidos para representar os contratados”, completou.

O Rouanet Norte foi criado para atender aos produtores culturais do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins com financiamento específico. O programa fortalece a concepção que há três décadas orienta a Lei Rouanet: nacionalizar o investimento na cultura do país.

Com o Rouanet Norte, informa o MinC, uma região historicamente desassistida e com os menores índices de captação da Lei de Incentivo à Cultura receberá um volume expressivo e inédito de recursos para o setor cultural. A articulação para a implantação do programa contou com a participação das secretarias de Cultura dos Estados do Norte - diretriz do MinC que orienta o alinhamento de ações entre os entes federados, com o objetivo de contemplar todos os territórios com recursos. O termo de cooperação técnica foi assinado entre MinC, Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Banco da Amazônia (Basa), Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (Caixa).

Momento histórico

“Pensamos de que forma poderíamos unir forças e trabalhar de uma forma mais integrada pela Região Norte. Pensamos em como melhorar a distribuição dos recursos da Lei Rouanet de uma forma mais nacionalizada e sempre com o objetivo de levar arte para todos os Estados da Amazônia de forma mais democrática. Serão R$ 24 milhões para o programa, com o aporte de R$ 6 milhões de cada empresa. A estratégia faz parte do planejamento estratégico de marketing do banco e para nós é uma felicidade muito grande promover a primeira assinatura do contrato do Programa em Belém”, afirma a gerente da Central de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima.


O Programa Rouanet Norte foi uma solução inovadora proposta pelo Secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Henilton Menezes, em 2023. “É uma ação inédita e emblemática e esperamos que a partir dessa iniciativa, outras empresas tenham esse olhar para a importância de nacionalizar os recursos destinados à cultura”, afirma Menezes ressaltando que é a primeira vez que quatro empresas financiadoras da Lei criam a possibilidade de beneficiar exclusivamente projetos da região que historicamente foi a que menos teve acesso aos recursos.


CENTRO

A gerente da Central de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, Ruth Helena também destacou a importante parceria com o MinC para a implantação do primeiro Centro Cultural do Banco na Amazônia em Belém. “A cidade é onde está localizada a nossa sede, mas o propósito é que no futuro a nossa empresa amplie essa iniciativa para os demais Estados onde temos área de atuação.

Este momento é histórico e queremos fazer a diferença na vida das pessoas junto com o Ministério da Cultura e o Governo Federal, movimentando a economia com a geração de mais cultura, emprego e renda para a região”.

Ela classifica o Protocolo de Intenções como um marco para o Banco da Amazônia. “É nossa missão também fomentar a economia da cultura e o desenvolvimento das cadeias produtivos do setor cultural. Dentre as iniciativas do Protocolo de Intenções, temos as seguintes diretrizes: promover a democratização do acesso às cadeias produtivas, apoiar a produção, fruição e formação artísticas culturais, lançar editais de ocupação para os Centros Culturais que vamos implantar na Amazônia, dentre outras iniciativas para o fortalecimento das cadeias produtivas de fomento à cultura”, finaliza.


SERVIÇO

Assinatura de contratos do Programa Rouanet Norte para incentivo à cultura e do Protocolo de Intenções para a implantação do Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém.

Data: 11 de julho
Hora: 10h
Local: auditório Rio Amazonas, Banco da Amazônia, avenida Presidente Vargas com rua Carlos Gomes, Campina, Belém.



ASSESSORIA DE IMPRENSA

Mary Paes (96) 99179-4950 (Macapá/AP)

Rita Soares (91) 992129882 (Belém/PA)

domingo, 30 de junho de 2024

Artistas amapaenses realizam Sarau para demonstrar afeto e admiração pela poeta Glória Araújo

 


Programação conta com declamações de obras da poeta, ensaio aberto de artistas da Casa Circo, música com Geison Castro, grupos lítero-musicais, Tatamirô, Poetas Azuis, 
Coletivo Juremas, entre outras apresentações

Na próxima quinta-feira, 4 de julho, os amigos da poeta Glória Araújo realizam na Casa Circo, área central de Macapá, um Sarau para homenagear a trajetória poética dessa linda pessoa, que merece todo amor, carinho e respeito.

O Sarau conta com exposições de arte, participações de poetas, músicos, atores de teatro e Circo, e também amigos e parentes da Vó Glória, como muitos a chamam.

A poeta encontra-se em tratamento médico, atualmente, e seus amigos se unem numa homenagem de amor, carinho e admiração pela pessoa que ela é.


| Foto Divulgação


Glória Araújo é daquelas pessoas por quem você se apaixona à primeira vista. Amorosa, afeita a afetos. Se perguntares a qualquer um que a conheça, entre um comentário e outro, ouvirá: “Que pessoa maravilhosa!”, de uma beleza poética que se expande a todos à sua volta.

Com uma escrita, em grande parte, rimada e com toques apimentados de humor, tem sempre uma história para contar, como por exemplo, no poema “A Rede”, um dos mais conhecidos de sua vasta obra.


A poeta tem 84 anos, nasceu em Belém do Pará, em 7 de dezembro de 1939, mês propício ao nascimento de Poetas.


Glória Araújo, aos 14 anos, junto ao seu piano | Foto: Arquivo de família

Aos 13 anos já era pianista e passou a lecionar no conservatório Carlos Gomes, em Belém, e logo depois veio a estudar acordeon.

Numa das vezes que o Mestre Luiz Gonzaga se apresentou em Belém, ela foi à Praça com as amigas para prestigiá-lo e disse ao ouvido de uma delas: “Nunca aprendi a fazer o que ele está fazendo (tirar um fole)”. Prontamente, a amiga gritou bem alto o que ela disse, e assim Gonzaga a chamou para o palco e a ensinou, perante o público. Que dia maravilhoso foi este para a nossa querida Poeta.


Aqui, Glória com a sua sanfona, junto aos seus familiares, 
aos 23 anos, aproximadamente | Foto Arquivo de família
 

Glória foi reconhecida Poeta, já na idade madura e tem obras publicadas no Livro "Poesia na Boca do Noite" e o livro solo “Pelo Olhar da Glória”. Ela morou muitos anos em Macapá, onde fez grandes amizades.

Principalmente, nos Saraus do projeto Poesia na Boca da Noite, realizado por poetas amapaenses e idealizado pela jornalista, escritora e poeta, Alcinéa Cavalcante, amiga muito próxima de Glória Araújo.

“Conheço a Glória ‘há mil anos’. Somos muito próximas desde sempre”, disse Alcinéa. Por conta dessa longa amizade e pela proximidade das duas, muitas pessoas acreditavam que eram parentes.


PROGRAMAÇÃO

Apresentações dos grupos poéticos:

- Poesia na Boca da Noite (Poetas amigos da Glória)

- Tatamirô Grupo de Poesia;

- Poetas Azuis;

- Casa Circo;

- Coletivo Juremas

Atrações Musicais: Geison Castro; Banda Penélope Moderna com Mary Paes, Ládio Gomes e Renato Gemaque; Wedson Castro; Raule Assunção; Mestre Grilo.

Declamações e leituras de poemas com os Poetas e Contadores de Histórias:

Alcinéa Cavalcante, Ricardo Pontes, Rostan Martins, Tiago Quingosta, Bruno Muniz, Judivalda Brasil, Claudia Flor D’Maria, Lu de Oliveira, Angelita, Kassia Modesto, Pat Andrade; Jaci Rocha; Luiza; Marcio Barros, Cricilma Ferreira, Paulo Tarso Barros e quem mais quiser participar.

Exposições de poemas de Glória Araújo, obras de arte de Lene Moraes e Mostra Artística das obras do livro "Poesia para Vilarejos", de Bruno Muniz.

Apoio: Jardim Marielle Franco; Ana Caroline e Jones Barsou; Adriana Abreu; Lene Moraes, Designer Ester Cabral, Judi Brasil, Andreia Lopes, Portal Alcinéa Cavalcante (www.alcinea.com); Revista O Zezeu e professora Josiane.


Está disponível a CHAVE PIX: oleriana.gomes@gmail.com para colaboração com qualquer quantia para o tratamento da poeta.


ARTISTAS E APOIADORES DOARAM-SE VOLUNTARIAMENTE PARA REALIZAÇÃO DESTE EVENTO.


A ARTE, O AMOR E A AMIZADE NOS UNEM.


Serviço:

Sarau para Glória

Data: 4 de julho | 18h às 21h

Local: Casa Circo, Jardim Marielle Franco, Av.: Ernestino Borges, 191. Centro. Macapá/AP
Evento será transmitido via redes sociais.  

ENTRADA GRATUITA

Atendimento à imprensa: Mary Paes (96)99179-4950

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Festival de Cinema Pan-Amazônico abre inscrições para mostra competitiva




| Foto: Jader Paes


Décima edição do AMAZÔNIA (FI)DOC anuncia convocatória internacional 
para filmes de ficção e documentários


Estão abertas até o dia 10 de setembro as inscrições de filmes de ficção e documentários para a mostra competitiva da 10ª edição do AMAZÔNIA (FI)DOC – Festival Pan-Amazônico de Cinema. O edital de convocatória e a ficha de inscrição podem ser encontrados no site do festival (amazoniadoc.com.br) e na plataforma Filmfreeway. O festival será realizado em Belém (PA) de 18 a 27 de novembro.

A chamada para as inscrições de filmes e documentários foi anunciada na quinta-feira (23), em Belém, em evento no Cine Líbero Luxardo, do Centur. Além da curadoria seletiva, o 10º AMAZÔNIA FI(DOC), o Festival Pan-Amazonico de Cinema agrega outros dois festivais: o Festival "As Amazonas do Cinema " e o Festival Curta Escolas que incentiva e premia com troféus os jovens cineastas de escolas públicas e comunidades periféricas. Este ano, pela segunda vez, o Curta Escolas será realizado em agosto numa Itinerância por três municípios do Marajó.


A diretora do Festival, Zienhe Castro, afirma que os quatro meses de convocatória para inscrições permitem a ampliação do alcance do festival nos países pan-amazônicos. “Queremos expandir nossa rede, nosso intercâmbio com as cinematografias das diversas Amazônias”, afirmou “Este é o edital de convocatória internacional, para as inscrições de filmes de ficção e documentários nos formatos de curtas, médias e longas-metragens, produzidos nos oito países pan-amazônicos (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela) e na Guiana Francesa, a partir de 1º de janeiro de 2022”, informou a cineasta.

O lançamento do 10º AMAZÔNIA FI(DOC) teve a exibição do filme “A invenção do outro”, longa documentário do cineasta pernambucano Bruno Jorge. O filme narra a última expedição do indigenista Bruno Pereira na Amazônia, em 2019. Em 2022, Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Philips foram assassinados durante viagem pelo Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas. O cineasta Bruno Jorge participou de um bate-papo com o público sobre a produção e a viagem.

Zienhe Castro | Foto: Jader Paes



Segundo Zienhe Castro, o festival nasceu em 2009 para debater as diversas Amazônias por meio da cinematografia produzida nesse imenso território. “Naquele ano, já tínhamos urgências, muito a fazer, muito para debater, muito pra trocar. Essas urgências permanecem. E precisamos avançar em muitas outras questões”, afirmou.

Para Zienhe, o festival é um marco simbólico que revela toda a potência da cinematografia amazônida. O projeto é financiado pela Lei Paulo Gustavo (mostras e festivais) e tem o patrocínio oficial do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Felipe Pamplona, diretor artístico e coordenador de programação, destaca duas iniciativas inéditas do AMAZÔNIA (FI)DOC: a homenagem à cultura e à filmografia de um país da região pan-amazônica, a Colômbia, e um laboratório de aperfeiçoamento de projetos de longa-metragem e série. “O formato de Lab consiste em um acompanhamento profissional aos realizadores para que o projeto ganhe consistência técnica e poética”, destacou.

Nessa décima edição, o festival vai oferecer premiação em dinheiro aos vencedores. Além disso, há o troféu principal do festival que foi criado em 2009 e é assinado pelo artista visual/ceramista Ronaldo Guedes. Neste ano, a artista visual Lise Lobato assinará o design do Troféu da segunda edição do festival " As Amazonas do Cinema" que premia e incentiva a filmes dirigidos e roteirizados por mulheres da Pan-amazônia.

Serviço

AMAZÔNIA (FI)DOC - Festival Pan-Amazônico de Cinema.

Inscrições nos sites amazoniadoc.com.br e filmfreeway.com

Período: 24 de maio a 10 de setembro.



Assessoria de imprensa:

Rita Soares (91) 992129882 - Belém/PA

Mary Paes (96)991794950 - Macapá/AP

terça-feira, 4 de junho de 2024

Projeto Rio Amazonas Limpo e Saudável realiza ação para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente

 



Programação conta com apresentações de artistas dos mais variados segmentos. Exposições, oficinas, Contação de História, intervenções poéticas, entre outras atrações

Dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, e tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais. 

Em celebração à data, projeto Rio Amazônia Limpo e Saudável realiza nesta quarta-feira (5), uma vasta programação na Orla do Perpétuo Socorro. O projeto tendo como objetivo principal a preservação ambiental das margens do Rio Amazonas, para tanto, busca por meio da mobilização de parceiros para pensar, tornar público e buscar soluções para a problemática do lixo descartado de forma irregular nas águas dos rios e na natureza.




A programação conta com apresentações de artistas dos mais variados segmentos. Exposições, oficinas, Contação de História, intervenções poéticas, entre outras atrações.

Artistas do projeto Transvê Poesias são parceiros da ação e vão oferecer oficinas de brinquedos ecológicos para crianças, no local. Além de intervenção poética com os escritores Cricilma Ferreira, Mary Paes, Karina Celeste, Professora Jacy Martins, Luany e Inácio Ferreira.


Sobre o projeto

Trata-se de uma ação de iniciativa popular de moradores do bairro Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, há mais de 12 anos, cujo projeto foi idealizado por Sandra Torrinha, sob a coordenação de Deuzilene Saraiva. Conta com a parceria do 6º Batalhão da Polícia Militar do Amapá, desde 2019. Participação de escolas estaduais e municipais do bairro e adjacências. Com apoio cultural da imprensa, empresas públicas e privadas e de artistas do Amapá que se apresentam gratuitamente em prol da causa ambiental.






Serviço:

Dia Mundial do Meio Ambiente – Rio Amazonas Limpo e Saudável

Hora: 8h às 11h

Local: Praça da Prainha, Rua Beira Rio com início da Av.: Rio Japurá – Orla Perpétuo Socorro

Macapá /AP



Assessoria de imprensa: Mary Paes (96)99179-4950


terça-feira, 21 de maio de 2024

Mãe e filhos lançam livros infantis e contos sobre mitos amazônicos




Lançamento acontece nos dias 22, 23 e 24 de maio no Museu Sacaca

Nesta semana, nos dias 22, 23 e 24 de maio, no Museu Sacaca, acontece lançamento dos novos livros dos escritores infanto-juvenis Celeste Ferreira com "O Meu Lugar" e Inácio Ferreira "Segunda Página de um Diário", juntamente com a mãe, a escritora e atriz Cricilma Ferreira que lança "Mitos e Mistérios da Amazônia".

A programação de lançamento conta com leitura de trechos dos livros e contação de histórias.


Programação

Dias 22, 23 e 24 de maio | Manhã: 9h | Tarde: 15h

22 de maio, quarta-feira

- Lançamento do livro "Segunda Página de Um Diário" de Inácio Ferreira;

- Leitura deleite e roda de conversa

23 de maio, quinta-feira | Em comemoração ao Dia da Tartaruga; 

- Lançamento do Livro "O Meu Lugar", de Celeste Ferreira;
- Leitura deleite do livro e roda de conversa;
- Contação de Histórias com a professora Camila Aguiar.


24 de maio, sexta-feira

- Lançamento do livro "Mitos e Mistérios da Amazônia" da escritora Cricilma Ferreira;
- Leitura de alguns contos.


Sinopses

Livro Infantil: O Meu Lugar
Autora: Celeste Ferreira

A narrativa mostra uma recém-nascida tartaruga, buscando um lugar onde ela possa se encontrar. Ela conhece outros animais na sua jornada e aprende sobre o jeito de viver de seus novos amigos. E sua busca continua ... O tema chama atenção pelos questionamentos da vida Infantil que está sempre em busca do seu verdadeiro lugar no mundo, em busca da sua identidade.

Livro Infantil: Segunda Página de Um Diário
Autor: Inácio Ferreira

Nesta obra nos surpreendemos com os novos personagens da Série O Diário do Lobo-guará (livro anterior de Inácio Ferreira), espaço onde o simpático Lobo-guará, confidencia suas aventuras no cerrado brasileiro. Desta vez ele encontra uma garota diferente andando pela mata usando um gorro vermelho... Será que você consegue adivinhar quem é?

A história fala sobre a empatia que precisamos ter sempre. E o nosso amigo encontrou isso na boa velhinha de uma maneira bastante diferente.


Livro Mitos e Mistérios da Amazônia
Coletânea de contos amazônicos
Autora: Cricilma Ferreira

A obra reúne excelentes histórias sobre os causos mais misteriosos da cultura amazônica.
As Irmãs Carpideiras, As Moças da Ilha da Pacova, entre outras lendas, trazem toda a atmosfera de mistério e suspense para causar arrepios e surpreender pelo desfecho.


Servico

Lançamento de livros infantis e contos amazônicos

Data: 22, 23 e 24 de maio

Hora: Manhã:  9h | Tarde: 15h
Local: Museu Sacaca, espaço Samaúma das Palavras

Fotos: Divulgação

Atendimento à imprensa: Mary Paes (96) 99179-4950



sexta-feira, 17 de maio de 2024

É neste sábado, no Mercado Central, encerramento da 2ª edição do projeto Encanto Amapaense de Circo


Espetáculos circenses e shows de Carimbó acontecem no Mercado Central, aberto ao público e com classificação livre

O encerramento do II Encanto Amapaense de Circo acontece neste sábado (18), a partir das 18h30, no Mercado Central, com classificação livre e aberto ao público. Espetáculos Circenses e shows de Carimbó fazem parte da programação que reúne mais de 50 artistas, entre apoio, apresentações e produção. O projeto é realizado pela Cortejo Produções Artísticas que trouxe para esta edição a parceria especial da Cia de Circo Nós Tantos (PA).

Durante a semana, o intercâmbio cultural entre artistas do Amapá e Pará trouxeram para escolas públicas e espaços culturais, espetáculos, oficinas circenses e de Carimbó. 

A expectativa é alcançar cerca de 1.500 pessoas até o fim do evento.

O projeto idealizado pelo jovem artista Jhou Santos, é um grande circuito cultural das artes circenses no estado do Amapá e objetiva promover um encontro entre artistas e grupos de circo, além de formação de plateia, fomento e divulgação da arte e cultura amapaense.

“Nossa intenção é disseminar as artes circenses em diferentes pontos da capital, e apresentar esses artistas e grupos para que a sociedade possa conhecer quem trabalha com o circo em Macapá. E também conquistar e encantar esse público, provocar muitos risos e brilho nos olhos das pessoas”, ressaltou Jhou Santos, idealizador e principal responsável pela iniciativa.

Fazem parte da programação deste sábado, uma Mostra Circontemporâneo composta por jovens artistas amapaenses e as apresentações dos espetáculos regionais convidados “Circolando – Virar Peixe” e “Circo e Carimbó” da Cia de Circo Nós Tantos, de Belém do Pará.

A realização do evento é da Cortejo Produções Artísticas, produtora cultural formada por jovens produtores e agentes culturais responsável por alguns importantes eventos das artes cênicas do Amapá.

Nesta edição conta com a parceria especial da Cia de Circo Nós Tantos (PA), que participa do evento com duas oficinas, roda de conversa e dois espetáculos. O Coletivo Captta e Acessa Cult Produções, são parcerias institucionais do evento.


Ficha Técnica II Encanto Amapaense de Circo

Idealização e coordenação geral: Jhou Santos;

Produção: Jhou Santos, Kassia Modesto e Carla Serejo;

Realização: Cortejo Produções Artísticas;

Grupo convidado: Cia de Circo Nós Tantos de Belém do Pará (Gabi Alcântara, Yure Lee, Rodrigo Ethnos, Yan Almeida, Diego Vattos Lapercussa, Klewersom Lima, Mágico Dalton e Luany Guilherme);

Grupos Locais: Companhia Tucuju, Cia Cangapé, A Trupe do Pato, Cia O Ninho, Casa Circo e Cia Trecos In Mundos;

Equipe de apoio: Jimmy Sammy, Allan Gomes, Ingrid Ranna e Emerson Rodrigues;

Parceiros: Coletivo Captta e Acessa Cult Produções;

Apoio: Prefeitura de Macapá (FUMCULT) e Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura (Minc);

Assessoria de Imprensa: Mary Paes;

Apoio: Fundação Municipal de Cultura de Macapá e Ministério da Cultura;

Grupo convidado: Cia de Circo Nós Tantos de Belém do Pará (Gabi Alcântara, Yure Lee, Rodrigo Ethnos, Yan Almeida, Diego Vattos Lapercussa, Klewersom Lima, Mágico Dalton e Luany Guilherme).


Serviço:

Encerramento II Encanto Amapaense de Circo

Data: 18 de maio | Sábado

Hora: 18h30

Local: Mercado Central, rua Cândido Mendes (em frente à Fortaleza de São José de Macapá

Aberto ao público.

Acompanhe a programação pela rede social do projeto: @cenatucuju (Instagram)

Fotos: Divulgação 

Atendimento à imprensa: Mary Paes (96) 99179-4950

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Artistas circenses do Amapá e Pará se apresentam no II Encanto Amapaense de Circo

 

| Foto: Divulgação

Circuito cultural de artes circenses acontece de 14 a 18 de maio na 
capital do meio do mundo

A segunda edição do projeto Encanto Amapaense de Circo promove um intercâmbio cultural entre artistas do Amapá e Pará e vai acontecer de 14 a 18 de maio, em pontos turísticos, escolas públicas e espaços culturais da capital Macapá. A expectativa é alcançar cerca de 1.500 pessoas durante os cinco dias de evento.

O projeto idealizado pelo jovem artista Jhou Santos, é um grande circuito cultural das artes circenses no estado do Amapá e objetiva promover um encontro entre artistas e grupos de circo, além de formação de plateia, fomento e divulgação da arte e cultura amapaense.

Jhou Santos /Foto Divulgação

“Nossa intenção é disseminar as artes circenses em diferentes pontos da capital, e apresentar esses artistas e grupos para que a sociedade possa conhecer quem trabalha com o circo em Macapá. E também conquistar e encantar esse público, provocar muitos risos e brilho nos olhos das pessoas”, ressaltou Jhou Santos, idealizador e principal responsável pela iniciativa.

A ação vai trazer para duas escolas públicas de Macapá, os circuitos culturais “Picadeiro Escolar”, com programação circense nas instituições públicas de ensino, e o circuito “Atividades Formativas” que contará com oficinas, encontros, intercâmbio e rodas de conversa; Uma Mostra Circontemporâneo composta por jovens artistas e as apresentações dos espetáculos regionais convidados “Circolando – Virar Peixe” e “Circo e Carimbó” da Cia de Circo Nós Tantos, de Belém do Pará.


| Foto: Divulgação


A realização do evento é da Cortejo Produções Artísticas, produtora cultural formada por jovens produtores e agentes culturais responsável por alguns importantes eventos das artes cênicas do Amapá.

Nesta edição conta com a parceria especial da Cia de Circo Nós Tantos (PA), que participa do evento com duas oficinas, roda de conversa e dois espetáculos. O Coletivo Captta e Acessa Cult Produções, são parcerias institucionais do evento.

Para este evento, o projeto recebe apoio da Prefeitura de Macapá através da Fundação Municipal de Cultura (FUMCULT) e do Governo Federal através do Ministério da Cultura.


Artistas convidados Cia de Circo Nós Tantos (Belém /PA) | Foto: Divulgação




Ficha Técnica II Encanto Amapaense de Circo


Idealização e coordenação geral: Jhou Santos;
Produção: Jhou Santos, Kassia Modesto e Carla Serejo;
Realização: Cortejo Produções Artísticas;
Grupo convidado: Cia de Circo Nós Tantos de Belém do Pará (Gabi Alcântara, Yure Lee, Rodrigo Ethnos, Yan Almeida, Diego Vattos Lapercussa, Klewersom Lima, Mágico Dalton e Luany Guilherme);
Grupos Locais: Companhia Tucuju, Cia Cangapé, A Trupe do Pato, Cia O Ninho, Turma da Tia Biscoito e Turma da Xexéua, Casa Circo e Cia Trecos In Mundos;
Equipe de apoio: Jimmy Sammy, Allan Gomes, Ingrid Ranna e Emerson Rodrigues;
Parceiros: Coletivo Captta e Acessa Cult Produções.

PROGRAMAÇÃO


Circuito Picadeiro Escolar:
14 de maio | Manhã: 9h às 11h – Tarde: 14h às 17h
Escola Municipal José Leoves | Rua Renascimento, 2041, Renascer
16 de maio | Manhã: 9h às 11h – Tarde: 14h às 17h
Local: Escola Municipal Raimunda da Silva Virgolino | Rua: Raimundo Oliveira, 3091, Novo Horizonte
Oficina de técnicas circenses e oficina rítmica de carimbó
17 de maio | Manhã: 9h às 11h – Tarde: 14h às 17h
Local: Escola Estadual Lima Neto | Av. Francisco Felipe de Miranda (Lot. Parque dos Buritis), 2336


Encerramento com apresentações circenses

18 de maio | 18h
Local: Mercado Central
Aberto ao público


Acompanhe a programação completa pelas redes sociais do projeto: Cena Tucuju (Instagram) 


Atendimento à imprensa: Mary Paes (96) 99179-4950 @mary_paes_imprensa (Instagram) 


sexta-feira, 3 de maio de 2024

Escola Estadual de Porto Grande recebe projeto nacional Transvê Poesias

 

Foto: Mary Paes


Iniciativa nacional leva oficinas e palestras para as escolas, unindo literatura e 

preservação do meio ambiente  

 

Neste sábado (4), a Escola Estadual Maria Cristina Botelho, no município de Porto Grande-AP, recebe a segunda ação da 4ª Intervenção Poética Nacional Transvê Poesias, no Estado do Amapá.

A iniciativa nacional leva oficinas e palestras para as escolas, unindo literatura e preservação do meio ambiente. Programação conta com oficina de brinquedos ecológicos, confecção de puff de garrafas pet, garrafas poéticas e palestra sobre os resíduos produzidos pela sociedade e os impactos que isso causa no meio ambiente.

As atividades são direcionadas aos estudantes da instituição de ensino, com a participação dos professores e direção escolar.

A expectativa é que as crianças recebam o projeto com entusiasmo, na construção de novos conceitos sustentáveis de preservação ambiental.

Programação

Manhã:

9h30 - Palestra Sobre Sustentabilidade com a   Professora Valda Barros, Especialista em Educação ambiental;

10h30 - Oficina de Garrafas Poéticas e a intervenção Artística com a Professora e Artista Visual Cricilma Ferreira e a poetisa Mary Paes, professor Frankney Soares e alunos do EJA juntamente com as professoras de Projeto da escola.

Tarde:

13h30 - Oficina de Vasos Ecológicos e de puff de garrafas pet, com a Professora Camila Aguiar e a Professora Cricilma Ferreira.

 Parceiros da ação no município de Porto Grande: Diretora da Escola Estadual Maria Cristina Botelho, professora Iramar de Alencar, Cooperativa de Cultura Imagem e Cia, responsável pelas oficinas de reciclagem e rádio Rádio Piuara 100,1 FM .

 

Atendimento à imprensa no Amapá: Mary Paes (96)991794950


sexta-feira, 19 de abril de 2024

Fest Tattoo Solidário terá três dias de evento em Macapá

 



Fada Tattoo, Cezar Tattoo, Naldo Amaral Tattoo, Norteink Tattoo são alguns dos 
tatuadores presentes na ação


Com o nome FEST SOLIDÁRIO FLASH DAY TATTOO, o projeto é organizado pelo Tatuador Naldo Amaral em parceria com amigos tatuadores e Coletivo Arte da Pleta. Promete ser um evento inesquecível para quem ama tatuagem e contribuir com boas causas. Esta 5ª edição do Tattoo Solidário, acontece nos dias 3, 4 e 5 de maio, e a educação é a maior das causas. Todos as doações arrecadadas serão entregues para estudantes e projetos educacionais da periferia.

Fada Tattoo | Foto/Divulgação 

Os Tatuadores Fada Tattoo, Cezar Tattoo, Naldo Amaral Tattoo, Norteink Tattoo, se reúnem em prol desta causa nobre, e vão oferecer tatuagens com designs exclusivos para o Flash Day, com preços a partir de R$50 + material escolar ou jogos educativos.


Naldo Amaral Tattoo | Foto/Divulgação 


A iniciativa acontece uma vez por mês e conta com o apoio de diversos artistas. Com atrações musicais, poesia, cinema, artes visuais e muito mais. O Festival é uma vivência enriquecedora de arte e tatuagem, e qualquer pessoa pode fazer parte do projeto.


Artistas já confirmados: poetas Azuis, Ricardo Iraguany, Andreia Lopes, Yanna MC, Carla Nobre, Renato Gemaque, Mary Paes, Cia Super Nova, CAPTTAA, filmes e clipes de cineastas amapaenses e microfone aberto para quem mais quiser colaborar com a causa.

O projeto conta ainda com o apoio do Macapá Garden Shopping, coletivo Abeporá das Palavras, Prefeitura municipal de Macapá (FUMCULT) e Governo do estado (SECULT-AP).


Serviço

FEST SOLIDÁRIO FLASH DAY TATTOO

Data: 3, 4 e 5 de maio

Hora de 11h às 22h

Local: Bibliogarden - Amapá Garden Shopping

Endereço: Rod. Josmar Chaves Pinto, 2141 - Km 2 - Universidade.

Contato:

Artista: (96)981401689

Tattoo: (96)99138-7143


Atendimento à imprensa: Mary Paes (96)99179-4950