sexta-feira, 27 de maio de 2011

Crítica ou Inveja?


O ser humano tem uma séria dificuldade em aceitar o outro como ele é! Prova disso são as inúmeras críticas às ações e  comportamentos  alheios que ouço, leio, observo e muitas  vezes sinto. Nada contra, se não fossem as críticas e os questionamentos, certamente evoluir não seria possível!  

Mas, às vezes a crítica  toma uma forma tão negativa que perde o sentido crítico para tornar-se um sentimento(?) amargo e destrutivo chamado inveja. Nomeio a inveja como um sentimento amargo, porque, se observarmos os autores de certas críticas venenosas, podemos constatar que são pessoas amargas, sempre apontando os defeitos dos outros, e nenhum próprio, como se fossem  modelos de perfeição. 

Penso que pessoas assim,  convivem internamente com algum tipo de frustração que só diminui quando conseguem expurgar seus venenos em cima dos outros... Infelizmente para elas, eu já criei imunidade para tipos diversos de víboras e outros animais peçonhentos. 

Por Mary Paes

quinta-feira, 26 de maio de 2011

EXPOSIÇÃO DO GRUPO JUÇARA NO CENTRO CULTURAL FRANCO-AMAPENSE

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EXPOSIÇÃO DO GRUPO JUÇARA NO CENTRO CULTURAL FRANCO-AMAPENSE

O SESC Amapá, em parceria com o Centro Cultural Franco-Amapaense realiza a 2º mostra da Exposição Juçara, com trabalhos de Carla Marinho (AP), Cristiana Nogueira (RJ), Ghazia Brito (AP), Rosiane Olivia (AP), Jonata Lacerda (PA), José Maria (PB) e Ire Peixe (AP).
A exposição, que esteve na Galeria Antônio Munhoz Lopes do SESC/AP durante o mês de março, segue para o hall expositivo do Centro Cultural Franco-Amapaense dando continuidade ao seu objetivo primordial de divulgar a produção visual feminina do Estado. São fotografias, pinturas e desenhos que abordam temáticas variadas: identidade, violência contra a mulher, descoberta do corpo, tempo, abstração e natureza.
O grupo Juçara surgiu em 2006 por artistas mulheres preocupadas em fomentar a cultura no Estado. Uma das características de formação do grupo é permitir a livre participação de artistas em quaisquer modalidades das artes visuais, que através de suas expressividades diversificadas discutem questões estéticas, sociais, políticas e culturais.

Período: 27/05/11 a 30/08/11
Local: Centro de Cultura Franco Amapaense
Vernissage: 27/05/11 às 19h30min. 

Da Assessoria do SESC/AP

Maiores informações pelo telefone: (96) 3241- 4440/ R- 257 (Falar com Aline Pacheco – Técnica de Artes Visuais)



Programação do fim de semana no Cine Paraíso

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Fonte: coletivo-palafita.blogspot.com


quarta-feira, 25 de maio de 2011

3º Festival de Teatro em AIDS



SERVIÇO
Grupo Teatral Marco Zero Apresenta
3º Festival de Teatro em AIDS

De 08 a 11 de Junho - Local: Teatro Marco Zero no Bairro Perpétuo Socorro
Dia 12/06 - Local: Parque do Forte

Fonte: http://coletivo-palafita.blogspot.com/




terça-feira, 24 de maio de 2011

Lançamento de Livro no SESC Centro

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Por Gabriel Guimarães


No próximo dia 17 de junho, no Sesc Centro, em Amapá, será lançado o novo livro do professor Ivan Carlo Andrade de Oliveira, mais conhecido por seu pseudônimo literário Gian Danton, entitulado "O Roteiro nas Histórias em Quadrinhos".


Conhecido no mercado de quadrinhos pela sua graphic novel Manticore, que venceu os prêmios Ângelo Agostinni, HQ Mix e o prêmio da Associação Brasileira de Arte Fantástica, foi roteirista também de projetos em parceira com o talentoso desenhista Eugênio Colonnese. Além disso, escreveu vários livros teóricos sobre as histórias em quadrinhos, analisando as relações da obra Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons, e a teoria do caos; o laço entre a arte sequencial e a ciência; e um livro anterior a esse também sobre a produção de roteiros para quadrinhos. Os dois primeiros foram lançados pela mesma editora que publica essa sua nova obra, a editora Marca de Fantasia, já essa versão inicial sobre os roteiros de quadrinhos, foi publicada pela editora Popmídia em 2009.
Em 2010, Danton foi um dos profissionais de quadrinhos que participaram da criação do especial MSP+50, em que criou uma história do personagem de Maurício de Sousa, o Astronauta, em parceria com o cearense JJ Marreiro. Atualmente, ele é colaborador da revista MAD e de edições especiais da editora Escala e constante parceiro na criação de fanzines nacionais, além de escritor de contos premiado.

No evento do dia 17 de junho, Danton também estará vendendo e autografando no local outras de suas obras já publicadas, tanto de ficção quanto de estudo para introdução à metodologia científica. Para quem estiver por perto, vale a pena conferir.

Fonte: http://quadrinhospraquemgosta.blogspot.com/

Crianças Invisíveis no Clube de Cinema

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Serviço:

Sessão no Clube de Cinema
Filme: Crianças Invisíveis - dublado e legendado
Dia: 28/05/2011 - Sábado
Local: Clube de Cinema - 2º piso do Teatro das Bacabeiras
Hora: 18h30m

Entrada Franca!

Fonte: http://museudaimagemedosom.blogspot.com/

domingo, 22 de maio de 2011

O jornalista e a responsabilidade do registro

Depois da palestra ministrada pelo antropólogo Luciano Magnus Araújo, na última sexta-feira, no Auditório do MIS, fiquei refletindo sobre as provocações colocadas por ele durante toda a sua apresentação.

 Luciano Magnus Araújo (professor Ms.)

Provocações, argumentos, reflexões... 

No contexto museológico, a pergunta sobre o que merece ser guardado no tempo soa complexa demais para alcançar uma resposta. É evidente que o objetivo da palestra não era obter respostas, mas levar o público a refletir sobre as provocações apresentadas e instigá-lo a questionar a significância daquilo que é válido ser guardado no tempo, seja material ou imaterial.  

Magnus exemplificou sua colocação dizendo: “Caberia uma memória sobre a história do rádio no estado do Amapá?”, ele deixa a pergunta no ar e depois argumenta “...nós somos os agentes desse registro, dessa experiência memorialística.” Estas argumentações feitas pelo palestrante manifestava, sutilmente, sua idéia de Museu muito além do espaço Institucional,  e do objeto meramente histórico. Em certo momento, ele chegou a questionar sobre qual o significado de uma escultura de um século remoto para as gerações atuais e as do futuro. 

Eu entendi a provocação como uma necessidade de se estudar os significados das memórias de um objeto sob a guarda de um Museu,  para que sua história traga significâncias para a geração do presente e do futuro, e não seja apenas um mero objeto guardado no tempo, do qual não se sabe a origem ou a finalidade. Se estende a isso, no meu entendimento, a necessidade de que este aprendizado, possa ser multiplicado como parte da educação de um povo. Porém, alguns dos presentes não assimilaram da mesma forma que eu, e  talvez, este tenha sido o momento mais polêmico de toda a extensa retórica do antropólogo. 
 
Infelizmente aqueles que se posicionaram  contra as argumentações de Magnus, fizeram isso nos bastidores, entre poucas pessoas, deixando de compartilhar suas idéias com o público presente. Estas pessoas poderiam ter exposto seus argumentos no debate, e assim, enriquecido ainda mais a discussão.  Coincidentemente, Magnus havia mencionado sobre os indivíduos que guardam seus conhecimentos e argumentações para si,  deixando de contribuir com o coletivo, isso, na opinião dele, é um erro.   



E coletivo foi uma das palavras-chave do palestrante: “... eu penso a força de um coletivo, irradiando idéias, conhecimentos, argumentando uns com os outros.” e fez questão de ressaltar várias vezes, a responsabilidade do jornalista na propagação do conhecimento, em documentar a história, não apenas resgatar o passado, mas principalmente registrar o presente. “... falta essa idéia de documentar a vida, o cotidiano das pessoas, aquilo que traga significados para a realidade local”. Arrematou Magnus. 

Especificamente, sobre esta colocação, eu como acadêmica de jornalismo, em pesquisas acessíveis ao público geral, percebo que a história registrada caminha por um viés político. Os eventos que de algum modo tenham ou tiveram  vínculos políticos ao longo do tempo, estão em maior evidência. Há poucos registros históricos sobre o que chamamos hoje de underground, ou culturas alternativas das épocas passadas. Talvez porque eram poucos os recursos técnicos, de produção e divulgação, o que obviamente, não vale como desculpa para os jornalistas atuais.  

Senhor José Maria, presente na palestra, fez questão de dar seu depoimento: "Eu passei a ter uma nova visão sobre a necessidade de se preservar a memória, não só preservar, mas discutir esses processos históricos e seus significados para a realidade atual e para o futuro."



A presença do público, em sua maioria, jornalistas e acadêmicos do curso de jornalismo, contribuiu enormemente para o sucesso da palestra. 

A equipe agradece.

Por Mary Paes




quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sábado com Beatle George




Dia: Sábado (21/05)
Horario 17:00hs
Banda: Beatle George
Cativas Presentes
Endereço: Rua São José - 1682 - A (ao lado da Sorveteria Q Sabor)

 Fonte: http://nortesou.blogspot.com/

Quais atributos definem o que é válido ser guardado no tempo?

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Compondo a programação do MIS-AP para a 9ª Semana nacional de Museus, o professor Ms. Luciano Magnus (UNIFAP) ministrará instigante palestra para discutir as complexidades que se apresentam na atuação de museus no século XXI.
Argumento da palestra do prof. Ms. Luciano Magnus:

Em tempo quando preocupações sobre perdas e permanências a respeito de processos e elementos sócio-culturais parecem se fortalecer, é importante pensar o que vem a ser isso que repercute no contexto do memorialístico e patrimonial.

Pensar é fazer referências, fontes essas que estão no tempo, que influenciam e provocam a memória a pensar não somente até onde essa rememoração alcança, mas igualmente pensar sobre com quais atributos se define o estatuto do que é válido ser guardado no tempo, mas como pensar suas relações com o presente atualizado do que fica e é revivido, mas igualmente suas relações com o futuro. É nesse contexto que se situa a natureza da inquietação do recorte do tema presente.

Se forem validas perguntas pedagógicas e provocadoras: É possível pensar uma memória (enquanto conceito e processo) que guarda em suas dinâmicas discursos pertinentes sobre/ para o futuro? O museu seria o lugar-tempo desses recortes discursivos em concorrência com as narrativas do cotidiano? Uma possibilidade de pensar representações do passado no futuro seria atualizações no presente, coisa que os museus teriam condições de realizar? Diante dessas provocações, vamos refletindo a natureza do que permanece, fica e passa, tendo o espaço museológico esse campo de análise.

Estas e outras provocações, nesta sexta-feira, 20/05, no auditório do MIS (Museu da Imagem e do Som), segundo piso do Teatro das Bacabeiras, às 19h.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Programação da Semana Nacional de Museus no MIS AP

Dia 18 de maio é comemorado o Dia Internacional dos Museus, o tema deste ano é Museu e Memória. Serão mais de 1000 museus no Brasil todo integrando uma programação com mais de 3000 eventos. No Amapá, o Museu da Imagem e do Som, Museu Fortaleza de São José de Macapá e Museu Sacaca são as instituições museológicas que participam desse circuito.

Uma das atividades permanents do MIS-AP: sessão do Clube de Cinema
A programação específica elaborada pelo MIS-AP busca trabalhar, junto ao público do museu e comunidade em geral, atividades voltadas à educação patrimonial, lazer e práticas de registro do cotidiano amapaense:

16/05 a 22/05 :: Abertura: 19h às 22h

Exposição Imagem e Memória – Exposição fotográfica com imagens do acervo do MIS-AP;
Local: Corredor da Memória – segundo piso do Teatro das Bacabeiras

20/05 - 19h às 21h

Palestra: O audiovisual na preservação e difusão da memória
Local: Auditório do Museu da Imagem do Som

21/05 :: 14 às 18h

Exposição da 2ª Maratona Fotográfica com o tema “Como vejo Macapá”
Local: Praça Veiga Cabral

22/05 :: 18h Exibição de Filme

Lançamento do 2º DVD do Projeto “Histórias Daqui”
Auditório do Museu da Imagem e do Som

Para conhecer a programação completa de cada cidade participante é só acessar o sítio do Instituto Brasileiro de Museus: http://www.museus.gov.br/http://www.museus.gov.br/. Quem quiser conhecer um pouco mais a respeito do trabalho desenvolvido pelo MIS-AP é só visitar o blog do museu.
Fonte: http://museudaimagemedosom.blogspot.com/

Programação do Cine Mairi


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Cine Mairi apresenta exibições todos os sábados às 16h, no Auditório da Fortaleza de São José de Macapá.  


Fonte: http://fimdecinema.blogspot.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Atenção amantes da fotografia: 2ª maratona fotográfica do MIS

O MIS-AP tem a honra de divulgar o regulamento de sua 2ª Maratona Fotográfica que é aberta a todos os públicos. Agora, é só sair em busca de imagens que transmitam como você vê Macapá! BOns clicks a tod@s!

9ª Semana Nacional de Museus
2ª Maratona Fotográfica do MIS
Museu da Imagem e do Som do Amapá


- A 2ª Maratona Fotográfica do MIS é um evento de caráter educativo e cultural que busca promover a arte fotográfica, a cultura e as paisagens naturais e urbanas do Estado do Amapá. Ela esta inserida na programação da 9ª Semana Nacional de Museus, que acontece no Brasil todo através das ações de mais de 1009 museus que realizarão 3080 eventos, o Museu da Imagem e do Som do Amapá está participando desta rede.

- Para participar da maratona fotográfica o interessado deve fazer até 04 (quatro) fotografias como o tema Como vejo Macapá, impressas no tamanho 15x21 cm, preencher a ficha de inscrição disponível no MIS-AP e entregá-las no próprio museu em envelope identificado da seguinte forma: “2ª Maratona Fotográfica do MIS”;

- As inscrições na 2ª Maratona Fotográfica do MIS podem ser efetivadas no Museu da Imagem e do Som, no período de 16 a 21 de maio, no segundo piso do Teatro das Bacabeiras, das 9:00 às 12:00 e das 15:00 às 18:00 horas, gratuitamente;

- As imagens devem também ser entregues em formato digital no ato da inscrição. Essa entrega pode ser feita através da gravação dos arquivos em CD, DVD, ou mesmo em pen drive para que sejam salvas pelos funcionários do MIS-AP nos computadores da instituição;

- A 2ª Maratona Fotográfica do MIS não é um evento competitivo;

- Os autores das imagens inscritas na 2ª Maratona Fotográfica do MIS, autorizam, de imediato, a incorporação das fotografias de  sua autoria ao acervo do MIS-AP, podendo essas serem utilizadas nas atividades e nos materiais de divulgação museu, sem que este tenha que arcar com qualquer valor indenizatório. Ficam garantidos os respectivos créditos;

- As imagens inscritas na 2ª Maratona Fotográfica do MIS serão apresentadas a comunidade dia 21.05.2011, em exposição montada na Praça Veiga Cabral a partir das 15 às 19:00;

- O Museu da Imagem e do Som do Amapá reserva-se o direito de não expor fotografias que, por ventura, avalie que não contemplam o tema da maratona;

- Este regulamento também estará disponível no endereço eletrônico do MIS-AP: http://museudaimagemedosom.blogspot.com;

- É permitida a participação de menor de idade desde que o responsável assine a ficha de inscrição autorizando a participação do menor.



Festa bacana no Clube de Cinema

Terminava a exibição do filme “Rebobine, por favor”, quando Alexandre Brito entrou pela porta com o bolo nas mãos... Era hora de cantar os “parabéns pra você” em comemoração ao primeiro ano de atividades do Clube de Cinema.
 Um ano se passou desde a primeira exibição do Clube de Cinema... era sábado, 15 de maio de 2010.
Naquela noite, depois das exibições dos curtas, o Tuto (Augusto Pessoa) anunciou que exibiria um bônus. O bônus era nada mais nada menos que "Leviatã" de Camilo Cavalcante. Depois de ver o filme senti que algo havia mudado em relação às minhas concepções sobre cinema.

Percebi naquela noite que não há limites para a imaginação, que nada é uma total loucura ou uma permanente lucidez... que tudo tem razão de ser ou de não ser, mesmo quando nada parece fazer sentido...  sempre há um sentido... mesmo sem um porquê...

Eu estava apaixonada pelo cinema e pelo seu poder de transformação da realidade.

Uma pitada de Blues...

Muito riso...

 Crianças...

  + Crianças...

 
música boa...

Engenheiros... Geison Castro (Dezoito21)


Vida Longa ao Clube de Cinema!!!


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Clube de Cinema - Um ano em Cena!

 
Público do Clube de Cinema Especial dia da Criança 
Centro Comunitário Pedrinhas

Era maio de 2010. Dia 15 de maio, para sermos certeiros na data. 18:30, para sermos certeiros na hora. Acontecia, então, a primeira exibição realizada pelo Clube de Cinema. Na primeira sessão foram exibidos filmes produzidos por realizadores amazônidas.O objetivo estava claro desde o início: o Clube de Cinema vinha com a proposta de representar um espaço de difusão de trabalhos que, dificilmente, chegam a ser projetados nas salas de cinema do estado.
 




 Clube de Cinema no Centro Comunitário Pedrinhas - Dia da Criança 2010

A seleção dos filmes que compuseram a primeira sessão, realizada na Sala Charles Chaplin do Sesc Araxá, buscou iniciar o projeto Clube de Cinema mostrando que, na Amazônia, se produz audiovisual de qualidade e que, declarações contrárias a esse fato, precisavam ser desconstruídas. Projetou-se então uma seqüência de trabalhos audiovisuais realizados na Região Norte do país:

- O vaso (AP/Macapá);
- Açaí com Jabá (PA/Belém);
- Meu tempo menino (PA/Santarém);
- Gari sim, Lixo não (AP/Macapá);
- A onda, festa na pororoca (PA/Belém);

Clube de Cinema Especial Dia da Mulher com Brenda Nandes - Março 2011


 Sorteio de brindes - Clube de Cinema Especial Dia da Mulher - Março 2011

O público da primeira sessão exibida na sala Charles Chaplin foi pequeno, não mais que dez pessoas. Mas quem compareceu a essa primeira sessão saiu com uma missão: fazer circular a informação de que surgia, a partir daquele dia, mais um espaço para quem estivesse disposto a ver, pensar e produzir audiovisual no Amapá. E cá estamos nós, um ano depois, realizando mostras com um público médio de quarenta pessoas, agora no auditório do Museu da Imagem e do Som. Hoje, a equipe que organiza o Clube de Cinema tem a honra de contar com pessoas que, inicialmente, apenas participavam das sessões, o projeto cresceu e vem cumprindo os objetivos para os quais foi criado.

 Filmagem do Curta "Última Sessão"


Além de unir o produtor independente ao público, o Clube busca estimular o debate em torno das temáticas desenvolvidas nos filmes que são exibidos. Um dos grandes diferenciais entre os cineclubes e as salas de cinema comerciais é exatamente esse: temos a possibilidade de ouvir os pensamentos e as idéias que o filme provocou no outro que, muitas vezes, nem conhecemos. Há, nos cineclubes, essa troca, esse intimismo no qual as experiências fílmicas são compartilhadas e socializadas.

O Clube de Cinema também busca estimular a realização de trabalhos audiovisuais e o surgimento de novos realizadores. Nesse sentido, duas ações, ao longo desse um ano de vida se destacam:

- A realização do filme curta metragem “Última sessão”, roteirizado e dirigido por Jamaile Gurjão, freqüentadora das sessões do Clube;
- Participação no projeto “Cinema na Escola”, realizado na Escola Estadual Sebastiana Elenir que originou 06 vídeos feitos pelos alunos daquela instituição;

 Todos por um!

Parceiros: Clube de Cinema, FIM (Festival Imagem-Movimento) e Escola Sebastiana Elenir


Atualmente, além de suas sessões quinzenais, o Clube de Cinema compõe a comissão organizadora do 1º Seminário Amapaense de Audiovisual, outra ação que promete trazer vários benefícios para o segmento no estado.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre o Clube de Cinema apareça na sessão de aniversário. Ela vai ser um pouco diferente das demais: o filme da vez será o metalingüístico Rebobine, por favor, após o debate sobre a obra, Geison Castro conduzirá um repertório de Rock Nacional no meio do qual, com certeza, haverá uma pausa para cantarmos os “parabéns pra você” e apagar as velinhas. Você está convidado a comparecer. As informações estão todas logo abaixo. Agende-se!


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Sinopse: Jerry Gerber (Jack Black) decide sabotar a usina elétrica de sua cidade, já que acredita que ela está derretendo seu cérebro. Para tanto ele conta com a ajuda de Mike (Mos Def), seu melhor amigo, que trabalha em uma antiga locadora que apenas aluga fitas VHS. A tentativa de invasão dá errado, o que faz com que Jerry leve um grande choque. A partir de então ele fica magnetizado, sem perceber. Ao entrar na locadora onde Mike trabalha ele, sem querer, desmagnetiza todos os filmes disponíveis. Com Elroy Fletcher (Danny Glover), o dono do local, viajando, cabia a Mike cuidar do local. Desesperado, ele decide rodar os filmes por conta própria, juntamente com Jerry.

Serviço:
O Clube de Cinema é uma parceria entre Sesc-AP, Museu da Imagem e do Som do Amapá (MIS-AP),  Univercinema (UNIFAP) e Festival Imagem-Movimento (FIM).
Filme da vez: Rebobine, por favor
Data: 14/05/2011
Local: Auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do Teatro das Bacabeiras)
Hora: 18:30




sábado, 7 de maio de 2011

O Poder de TransformAção!!!


 Foto: Alexandre Brito

A sessão do Clube de Cinema do último sábado(30/04), bombou! Confesso que a equipe não esperava um grande público e de repente não havia mais cadeiras para tanta gente!

O filme Lixo Extraordinário, exibido naquela noite, não me pareceu ser mais um documentário sobre lixo e reciclagem, e na minha visão o seu enfoque não está simplesmente na arte extraordinária de Vik Muniz, mas no poder que todo ser humano possui de transformar o meio em que vive a partir de suas ações.

Eu que sempre vejo os filmes antes das exibições para o público do Clube, desta vez fiz diferente, e vi pela primeira vez junto com a galera.

O documentário de Lucy Walker me surpreendeu pelo conteúdo humano dos personagens. Ao final do filme, foi impossível esconder a emoção! Uma sessão extraordinária com um público à altura da mensagem! 

O Blog da Mary



AMATRIBO ABRE SHOW DA NERVO CHAOS EM MACAPÁ



domingo, 1 de maio de 2011

Exposição de Arte Contemporânea no SESC Amapá


Clique na imagem para visualizá-la em tamanho grande


Exposição

Período: 05/05 a 29/05
Local: Galeria Antonio Munhoz Lopes
Vernissage: 05/05/2011
Horário: 20h

Palestra

Um Gentil Encontro com a Arte Contemporânea
Palestrantes: Professora Ms. Fátima Garcia e Professora Ms. Cristiana Nogueira
Data: 05/05/2011
Local: Auditório da Escola SESC
Horário: 18h

SESC/AP